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monilíase oral “sapinho” em bebê | Quais os sintomas, como evitar e tratar?

maio 01, 2018
SaúdeSophie Stories

Placas brancas dentro da boca do bebê pode ser sinal de sapinho,

Foram estas as palavras que ouvi da pediatra da Sophie, logo após lhe enviar esta foto que tirei dela há 2 dias.

Comecei a perceber que ela estava um pouco enjoadinha para comer, bastante agitada, e o sono começou a ficar perturbado, mas até então acreditei que pudesse ser os sintomas do resfriadinho.

Logo em seguida, em uma das minhas análises diárias em todo o corpinho dela, percebi umas manchas brancas nos lábios, nas laterais da bochecha e no céu da boca.

Monilíase, é o nome científico para candidiáse, vulgo todos nós conhecemos “sapinho”.

A Monilíase, é uma infecção adquirida por um fungo chamado Candida Albicans, o mesmo que candidíase. No caso da infecção oral, aparecem manchas brancas na parte interna da bochecha, no céu da boca, a língua, gengivas e até nos lábios.

São placas brancas com aspecto de nata de leite, e quando há a remoção durante a crise, podem revelar uma base avermelhada.

Sinais e sintomas da Monilíase Oral:

Geralmente  é um problema mais comum em bebês com menos de 6 meses, mas também podem ocorrer em crianças mais velhas, embora seja menos comum. Caso acometa em crianças acima de 1 ano completos, pode indicar outros problemas de saúde e neste caso, é melhor investigar.

O bebê pode sentir grande desconforto e dores, por isso que durante a crise, ele pode não querer se alimentar direito, pois causa perda de apetite, vômito e insônia, nos casos mais graves.

O que causa “sapinho”?

O que acontece, é que o nosso organismo hospeda uma série de fungos e bactérias que, em condições normais, vive em harmonia com esses fungos, dentro do nosso sistema digestivo. Por algum motivo, seja por estresse ou baixa resistência, eles podem se multiplicar e deflagrar um problema. “No caso do sapinho, a cândida albicans se aproveita de uma situação de prejuízo imunológico”,

Ou seja no caso dos bebês, quando há um desequilíbrio, essa presença se transforma em infecção. Os principais causadores desse desequilíbrio são mudanças imunológicas ou hormonais , acidez dos alimentos ou o uso de antibióticos — seja pelo bebê ou pela mãe, no caso de criança que mama no peito.

Esse fungo habita de lugares úmidos, ele costuma estar presente em bicos de mamadeira ou chupetas não higienizados corretamente e até mesmo fraldas – a pouca ventilação cria um ambiente propício para a proliferação do microorganismo.

Também pode ser adquirida durante o parto, quando o bebê entra em contato com os germes da vagina materna que vão se multiplicar em sua pele e mucosas.

Como posso evitar que o meu bebê adquira este fungo?

Alguns bebês simplesmente são mais suscetíveis que outros à ação do fungo. Há quem acredite que o problema seja causado pelo uso de chupetas ou de mamadeira, muitas vezes de tamanho errado; outros acham que a culpa é de sujeira no bico da mamadeira.

Na realidade, no entanto, bebês que só mamam no peito e que não usam chupeta nem mamadeira também podem apresentar a candidíase oral.

Alguns especialistas recomendam que se dê um pouco de água filtrada e fervida para o bebê (fria ou em temperatura ambiente) depois de cada mamada, para eliminar os resíduos de leite. A esterilização frequente de chupetas e mamadeiras também ajuda, assim como a limpeza da boca.

Os médicos orientam as mães que amamentam a deixar os mamilos tomarem um pouco de ar entre as mamadas para evitar a micose, e a medida é especialmente importante quando já se está com a infecção — a umidade é o ambiente ideal para a proliferação dos fungos.

Fique alerta para a candidíase se o bebê estiver tomando antibióticos — e você também, no caso de estar amamentando. Os antibióticos matam as bactérias ruins, mas também as boas, que existem naturalmente no corpo. Isso pode favorecer o surgimento da infecção por cândida.

Como é o tratamento?

Antes de mais nada, procure um pediatra. Esse especialista é quem vai indicar os antifúngicos apropriados. Vale frisar que o tratamento pode ser demorado, arrastando-se por alguns meses. Também é fundamental que não se raspe, cutuque ou mexa-se na área infectada, o que só agrava o problema.

As lactantes devem prestar atenção a qualquer tipo de ardor na região do bico do seio. Isso porque o bebê pode transmitir a doença para a mãe. Não são raros os casos em que a criança é tratada, mas volta a ter a monilíase. Pudera. O seio materno continua infectado. Às vezes os médicos recomendam a aplicação de uma pomada antifúngica nos mamilos da mulher caso ela esteja amamentando, para que a infecção não fique passando do bebê para a mãe e da mãe para o bebê o tempo todo.

O tratamento para a candidíase em bebê pode ser feito com aplicação de um antifúngico em forma de liquido, creme ou gel, como a nistatina ou o miconazol, na região infectada da boca. No caso da Sophie, sua pediatra recomendou a nistatina líquida, que está sendo administrada de acordo com o seu peso. Além disso, nos deu ainda algumas recomendações:

  • Higienizar todos os bicos de mamadeira e chupeta, deixando ferver por 20 minutos e repetir este processo 3 vezes por dia, e mesmo depois da crise, continuar;
  • Manter as nossas mãos limpas, sempre que for mexer no bebê;
  • Não beijar na boca;
  • Não compartilhar copos, talheres e muito menos provar comidas com a nossa boca e em seguida oferecer ao bebê;
  • Higienizar todos os brinquedos de plástico;
  • Manter a higiene bucal do bebê em dia;
  • Oferecer água a cada mamada, papinha ou comida.

Todas estas recomendações também devem ser seguidas para evitar que o sapinho retorne.

No caso de mães que amamentam, a aplicação de um creme antifúngico nos mamilos é uma forma de tratamento para evitar e que a candidíase passe do seio da mãe para o bebé.

O sapinho é perigoso?

Não. O maior problema do sapinho é a boca do bebê doer demais e ele não conseguir mamar, o que pode levar à desidratação. Nesses casos, o médico talvez receite uma dose de analgésico para controlar a dor.

ATENÇÃO

Você também precisa avisar o médico se a candidíase não estiver melhorando com o tratamento, ou se o bebê tiver febre de mais de 38 graus, o que pode indicar algum outro tipo de infecção.

E mantenha o tratamento pelo tempo recomendado, mesmo que as lesões já tenham melhorado. Senão o problema pode voltar, e ninguém quer que isso aconteça.

No mais, dê bastante mimo para o seu pequeno, igual estou fazendo por aqui, e aguarde que daqui a pouquinho passa!

Fonte: Pediatra da Sophie: Dra Renata Sobral | Baby Center | Tua Saúde

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